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Um convite para abrandar.
Começamos muitas vezes pelo fim.
Antes de explorar, já estamos a imaginar se vai ficar bonito. Se está direito. Se faz sentido. Se alguém vai gostar.
Há momentos em que não precisamos de ser nada mais do que somos. Precisamos apenas de o reconhecer. Aqui o convite é começar por uma linha que aparece sem saber para onde vai. Uma mancha de tinta que encontra a água. Uma cor que se espalha mais do que queríamos. Um fio que atravessa o papel e cria um caminho inesperado.
Nesta nova edição do Slowdown, convidamo-vos a entrar num espaço onde não há certo ou errado, bonito ou feio, bem feito ou mal feito. Há papel, tinta, água, linha, luz e, sobretudo, tempo para experimentar.

